Revista Sucesso

Atualizado em 05/08/2016

Profissionais de destaque

Dentista-veterinária esclarece tabus em relação ao uso da anestesia na odontologia animal

Especial Mulheres de Sucesso: Sônia Fatel Filla

Da redação

Quando você escuta que seu bichinho de estimação precisará receber uma anestesia para a realização de algum procedimento ou exame, bate aquele medo? Segundo a dentista-veterinária Sônia Filla, da Pró-Animal, ainda existe certo tabu em relação ao uso da anestesia e seus riscos entre os tutores de animais. No entanto, ela explica que a aplicação da anestesia é essencial para o sucesso de qualquer procedimento odontológico nos felinos e caninos. “Caso contrário, eles não deixam o profissional mexer na boca e o tratamento pode ficar aquém do desejado. Muita gente teme pela segurança do animal, e é aí que entra o profissional, que deve explicar todo o processo para tranquilizar os tutores.” Formada em medicina veterinária, Sônia é especialista em clínica e cirurgia de animais de companhia; e em odontologia veterinária.

Na Pró-Animal, todos os procedimentos odontológicos são feitos com o animal sob anestesia, o que garante segurança ao profissional para realizar um trabalho de qualidade e poupa o paciente do estresse. “Utilizamos a anestesia geral inalatória com gás e oxigênio, pois a resposta do animal durante a realização dos procedimentos e seu retorno é muito mais tranquilo e rápido em comparação com as anestesias realizadas com anestésicos injetáveis.” Ela explica que, junto com o anestésico, o animal recebe oxigênio, outra medida de segurança. Todos os procedimentos que demandam a anestesia são acompanhados de perto por Sônia e pela anestesista. Durante todo o tempo em que está anestesiado, o animal é monitorado de perto pelas profissionais.

Estrutura e segurança - A aplicação de anestesia, segundo Sônia, demanda uma estrutura completa, com sala de cirurgia equipada com aparelho de anestesia inalatória, monitor cardíaco, colchão aquecido e todos os itens necessários para garantir a integridade do paciente. “A anestesista inicia o procedimento com a aplicação de um pré-anestésico que tranquiliza o animal e o prepara para os procedimentos que virão em sequência”, acrescenta. Realizado o tratamento odontológico, o paciente fica em observação na clínica até a completa recuperação da anestesia. “Eles já saem da sala de cirurgia acordados, permanecem em observação por cerca de 2 horas, são alimentados ainda na clínica e, ao receberem alta, saem andando normalmente acompanhando seus tutores. Essa é outra vantagem da anestesia inalatória: não permanece no organismo muito tempo após o procedimento.”

Exames prévios - Assim como em humanos, cães e gatos precisam passar por uma avaliação prévia que determinará se estão aptos para receber o anestésico. Exames clínicos, exames de sangue pré-operatórios e, em alguns casos, exames complementares, como o raio-x, ultrassom e ecocardiograma, ajudam a determinar se o procedimento pode ser realizado. A veterinária ressalta que velhice não é um fator que impede o animal de ser anestesiado. “Até mesmo animais cardíacos, diabéticos e epiléticos podem ser anestesiados, desde que estejam estáveis”, afirma.

 

Pró-Animal Clínica e Odontologia Veterinária
Sônia C. Fatel Filla – CRMV-PR 3312
Av. Inglaterra, 189, Londrina-PR
(43) 3341-7331
Site: www.proanimal.vet.br
facebook.com/proanimalodontologia

Dentista-veterinária, anestesia, odontologia animal, Sônia Fatel Filla
Mais lidas
  1. Soluções inteligentes e funcionalidade
  2. Educação Infantil: um mundo de descobertas
  3. Cuidar das articulações garante vitalidade
  4. Ouvir bem é vida
  5. Disfunção eréctil: será que vou ter?
Leia também
  1. Disforia de Gênero não é doença
  2. Doença tireoideana e gravidez
  3. Semijoia, um presente inesquecível
  4. Autocoaching estimula o profissional e o inspira...
  5. Hoje em Londrina: Palestra com Timothy Gallwey